Bem-vindo ao portal do Rhuan Pedroza!
Conheça o outro lado do empreendedor de sucesso. Aqui ele compartilha dicas de empreendedorismo e vida em equilíbrio para você encontrar a sua felicidade.
Sobre saúde, desafios, silêncio, recomeços e a força necessária para seguir em frente.
Existem momentos na vida em que somos obrigados a interromper, ainda que por alguns instantes, a velocidade com que estamos acostumados a viver.
Nem sempre esses momentos chegam acompanhados de grandes acontecimentos externos. Às vezes, eles acontecem silenciosamente, dentro de nós, em uma consulta médica, diante de um resultado de exame ou de uma palavra que, mesmo sendo conhecida, nunca deixa de causar impacto quando passa a fazer parte da nossa própria história.
Hoje, escrevo esta nota pública para compartilhar algo pessoal que, até pouco tempo atrás, pertencia apenas ao âmbito das minhas consultas, exames e conversas com minha equipe médica.
Recentemente, fui diagnosticado com Carcinoma Basocelular, um tipo de câncer de pele que se origina nas células basais da epiderme. É uma doença relativamente comum e, na maioria dos casos, apresenta evolução lenta e altas taxas de tratamento e controle quando identificada adequadamente. Isso, porém, não significa que deva ser ignorada ou tratada com descuido. Todo diagnóstico de câncer exige atenção, acompanhamento médico e responsabilidade.
O carcinoma basocelular costuma surgir principalmente em áreas da pele que recebem maior exposição solar e pode se manifestar inicialmente como uma lesão, ferida que não cicatriza, alteração persistente na pele, pequena elevação ou mudança que, muitas vezes, pode parecer insignificante.
Foi justamente essa experiência que me fez compreender, mais uma vez, como a medicina preventiva e o acompanhamento regular são importantes.
Um diagnóstico pode começar com algo aparentemente pequeno.
Mas o impacto emocional da palavra câncer nunca é pequeno para quem a recebe.
Este novo diagnóstico não acontece isoladamente.
Há aproximadamente três anos venho enfrentando um câncer colorretal, uma batalha que modificou profundamente minha rotina, minha maneira de enxergar o tempo e, principalmente, minha relação com a própria saúde.
Durante esse período, precisei conciliar tratamentos, consultas, exames, decisões médicas e todas as consequências físicas e emocionais de enfrentar uma doença séria com uma rotina profissional que, por sua própria natureza, exige presença, responsabilidade e tomada constante de decisões.
Também faz aproximadamente um ano que recebi a notícia de que estava curado do câncer anorretal, uma conquista que representou um dos momentos mais importantes dessa longa caminhada.
Receber uma notícia de cura depois de atravessar tantos meses de incerteza é algo difícil de explicar para quem nunca esteve nessa posição.
Existe alívio.
Existe gratidão.
Existe felicidade.
Mas também existe uma espécie de silêncio interior.
Porque quem passa por uma experiência como essa sabe que a palavra "câncer" deixa marcas que não desaparecem simplesmente quando um tratamento termina.
Você passa a prestar mais atenção ao próprio corpo.
A cada exame existe expectativa.
A cada consulta existe ansiedade.
A cada novo sintoma surge uma pergunta.
E, quando outro diagnóstico aparece, mesmo que seja uma doença diferente e com características distintas, inevitavelmente algumas memórias retornam.
Uma das partes mais difíceis dessa jornada talvez tenha sido justamente continuar vivendo enquanto se está enfrentando uma doença.
Minha vida profissional não parou.
Continuo trabalhando, administrando atividades, tomando decisões e acompanhando diferentes grupos econômicos e corporativos, responsabilidades que exigem dedicação, concentração e disponibilidade praticamente constante.
Para quem observa de fora, muitas vezes parece que está tudo normal.
As reuniões continuam acontecendo.
Os projetos continuam avançando.
As decisões precisam ser tomadas.
Os compromissos continuam existindo.
As pessoas esperam respostas.
Os negócios precisam continuar funcionando.
E, enquanto tudo isso acontece, existe uma outra batalha acontecendo em silêncio.
Uma batalha que nem sempre aparece em uma fotografia, em uma reunião ou em uma publicação.
Há dias em que você está diante de uma tela de computador discutindo assuntos empresariais enquanto, por dentro, está pensando em uma consulta médica.
Há dias em que você termina uma reunião e precisa imediatamente lidar com exames, resultados ou orientações médicas.
Há dias em que o corpo pede descanso, mas as responsabilidades continuam.
E talvez uma das maiores dificuldades seja justamente essa necessidade de manter uma aparência de normalidade quando, internamente, você está lidando com algo completamente diferente.
Existe ainda um aspecto dessa experiência que considero importante mencionar.
Enfrentar uma doença pode ser uma experiência extremamente solitária.
No meu caso, essa solidão foi ainda mais evidente pela ausência de apoio familiar ou de parentes próximos durante boa parte desse processo.
Não escrevo isso como uma acusação ou como uma tentativa de responsabilizar alguém.
É simplesmente parte da realidade que precisei enfrentar.
Existem momentos em que você percebe que está diante de uma situação que ninguém pode enfrentar no seu lugar.
O médico pode tratar.
A equipe pode acompanhar.
Os exames podem orientar.
Os medicamentos e procedimentos podem ajudar.
Mas existe uma parcela da experiência que acontece exclusivamente dentro de você.
É você quem recebe a notícia.
É você quem sente o medo.
É você quem entra em uma sala de exame.
É você quem espera pelo resultado.
É você quem precisa levantar no dia seguinte e continuar.
E isso pode ser muito difícil.
Por isso, aprendi que nem toda força precisa ser demonstrada publicamente.
Às vezes, ser forte é simplesmente levantar da cama e continuar fazendo o que precisa ser feito.
Às vezes, é admitir que está cansado.
Às vezes, é aceitar ajuda profissional.
Às vezes, é ter coragem para dizer: hoje não estou bem, mas vou continuar.
Se por um lado essa caminhada foi marcada por momentos de solidão, por outro tive algo extremamente importante: uma boa equipe médica.
Profissionais que acompanham minha trajetória, que conhecem meu histórico, que avaliam cada situação com atenção e que oferecem o suporte necessário para que eu possa atravessar mais esse desafio com responsabilidade.
A medicina, para mim, deixou de ser apenas uma questão de consultas e tratamentos.
Passei a enxergar de maneira ainda mais profunda a importância da relação entre paciente e equipe médica.
Ter profissionais que escutam.
Que investigam.
Que explicam.
Que acompanham.
Que não tratam apenas um exame, mas consideram a pessoa e todo o seu histórico.
Isso faz uma diferença enorme.
E é por isso que, neste momento, minha prioridade é seguir rigorosamente as orientações médicas, realizar os procedimentos necessários e manter o acompanhamento adequado.
Não pretendo transformar esta experiência em uma narrativa de medo.
Muito menos em uma tentativa de romantizar a doença.
Câncer não é uma prova de heroísmo.
Não é algo que devemos encarar como se fosse simplesmente uma questão de "ser forte".
É uma condição de saúde que exige diagnóstico, acompanhamento, tratamento e, acima de tudo, respeito.
Para quem eventualmente não conhece a doença que agora faz parte da minha história, o carcinoma basocelular é um câncer de pele que se desenvolve a partir das células basais da pele.
É considerado o tipo mais comum de câncer de pele e, de modo geral, apresenta crescimento lento. Na grande maioria das situações, quando identificado e tratado adequadamente, o prognóstico é muito favorável.
Isso, entretanto, não deve servir como motivo para negligenciar a doença.
Uma lesão que não desaparece, uma ferida que permanece aberta, uma alteração persistente na pele, uma área que sangra repetidamente ou uma mudança que não parece normal merece avaliação médica.
A exposição solar ao longo da vida é um dos principais fatores associados ao desenvolvimento desse tipo de câncer, razão pela qual proteção solar, acompanhamento dermatológico e atenção às mudanças na própria pele são atitudes importantes.
Também aprendi, ao longo dos últimos anos, que informação não substitui consulta médica.
Cada pessoa possui uma história diferente.
Cada diagnóstico precisa ser analisado individualmente.
E somente profissionais habilitados podem determinar o tratamento mais adequado para cada caso.
Não vou dizer que está sendo fácil.
Não está.
Depois de três anos convivendo com o câncer colorretal, depois de atravessar o tratamento do câncer anorretal e celebrar sua cura há cerca de um ano, receber um novo diagnóstico de câncer naturalmente traz uma mistura de sentimentos.
Há preocupação.
Há questionamentos.
Há cansaço.
Há momentos de silêncio.
Mas também existe experiência.
Existe conhecimento adquirido.
Existe uma equipe médica acompanhando cada etapa.
E existe, sobretudo, a decisão de continuar.
Talvez essa seja a principal mensagem que eu queira deixar nesta nota.
Continuar não significa não ter medo.
Continuar significa não permitir que o medo seja a única coisa determinando os próximos passos.
Eu continuo trabalhando.
Continuo administrando minhas responsabilidades.
Continuo acompanhando os projetos e grupos econômicos e corporativos dos quais faço parte.
Continuo planejando.
Continuo construindo.
E, ao mesmo tempo, continuo cuidando da minha saúde.
Porque talvez uma das maiores lições desses últimos anos tenha sido compreender que não adianta administrar empresas, projetos, equipes e negócios se não formos capazes de cuidar da própria vida.
Nenhum resultado profissional é mais importante do que estar vivo.
Nenhuma reunião é mais importante do que uma consulta necessária.
Nenhum compromisso é mais importante do que cuidar da própria saúde.
E nenhum projeto pode ser considerado realmente bem-sucedido se a pessoa responsável por construí-lo estiver se destruindo no processo.
Não sei exatamente o que os próximos meses trarão.
E aprendi a não tentar controlar aquilo que não está sob meu controle.
O que posso controlar é a maneira como vou enfrentar cada etapa.
Vou continuar seguindo as orientações da minha equipe médica.
Vou continuar realizando os acompanhamentos necessários.
Vou continuar trabalhando dentro dos limites que meu corpo permitir.
Vou continuar acreditando na medicina.
E vou continuar vivendo.
Esta não é uma nota de despedida.
É justamente o contrário.
É uma nota sobre continuidade.
Sobre reconhecer que existem batalhas que ninguém vê.
Sobre entender que algumas pessoas podem estar sorrindo, trabalhando, liderando empresas, participando de reuniões e tomando decisões importantes enquanto enfrentam, em silêncio, uma das fases mais difíceis de suas vidas.
Sobre lembrar que nem toda ausência de reclamação significa ausência de dor.
E que nem todo silêncio significa que está tudo bem.
Hoje decidi tornar pública esta parte da minha história porque acredito que falar sobre saúde também é uma forma de responsabilidade.
Se alguém que ler este texto decidir marcar uma consulta médica por causa de uma alteração que vinha ignorando, prestar mais atenção à própria pele, realizar um exame que estava adiando ou simplesmente compreender que não precisa ter vergonha de procurar ajuda, então compartilhar essa experiência já terá valido a pena.
A doença passou a fazer parte da minha história.
Mas ela não define quem eu sou.
Sou muito mais do que um diagnóstico.
Sou minha história, meu trabalho, meus projetos, as pessoas que fazem parte da minha caminhada, as experiências que vivi e, principalmente, as decisões que continuo tomando apesar das dificuldades.
Há três anos comecei uma batalha que jamais imaginei enfrentar.
Há cerca de um ano celebrei a cura de um câncer anorretal.
Agora, diante de um novo diagnóstico de carcinoma basocelular, começo mais um capítulo dessa caminhada.
E sigo.
Com cautela.
Com acompanhamento médico.
Com os pés no chão.
Sem fingir que é fácil.
Sem esconder que existem dias difíceis.
Mas também sem abrir mão da esperança.
Porque enquanto houver um próximo dia, haverá também a possibilidade de continuar.
BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (28/09/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza identificado Fístula Complexa Anorretal com Abscesso Isquiorretal e comprometimento da musculatura Esfincteriana realizou cirurgia de FISTULECTOMIA ANAL EM DOIS TEMPOS no dia 26/09/2025 sem intercorrências.
Paciente com 1 DPO Hemorroidectomia, clínica e Hemodinamicamente Estável, com boa evolução no pós-operatório, sem queixas no momento. Evacuações presentes, com presença de fatos, diurese presente e fisiológica, apresentando boa aceitação da dieta via oral, deambulando livremente.
Paciente com ALTA HOSPITALAR necessitando de 15 (QUINZE) dias de afastamento do trabalho e compromissos públicos por motivo de recuperação da doença (pós-operatório) onde seguirá recomendações e receituário médico prescrito.
- Equipe Médica
Dr. Luiz Eduardo // Dr. Marcos Fernandes // Aux. Augusto Fonseca // Aux. Rafaela Lima
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (28/04/2025)
Informamos que o paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza não realizou cirurgia prevista para o dia 25/04/2025 em decorrência de alterações no quadro clínico.
Devido a episódios de alteração de pressão arterial é condições de risco no sistema cardiovascular, optamos por aguardar o prazo de 30 dias para realização de novos exames é um novo parecer cardiológico para avaliação de risco cirúrgico proposta para a cirurgia de Fistulectomia.
Em exame físico constatamos que o paciente precisará passar por dois procedimentos cirúrgicos, recomendado para a segurança da cirurgia no paciente é conclusão da erradicação da Fístula Perianal, procedimentos a ser realizado em períodos distintos com até sessenta dias após a primeira cirurgia, podendo haver alteração de um curto ou longo prazo.
O retorno das prescrições medicamentosas ficará sobre a responsabilidade da médica responsável Dra. Astrid Merino Silverio (RMS 2605609/PE).
O profissional responsável pela erradicação da Fístula Perianal é o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM - PE 26455 / RQE 10412).
Assim assinamos,
Dra. Mariana Vieira (CRM - PE 37726)
Dr. Augusto Antonio da Fonseca Neto (CRM - PE 36614)
HOSPITAL SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO RECIFE, com paciente em atendimento na presente data, 25 de abril de 2025.
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (23/04/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza desde a sua última atualização do boletim médico, ocorrido no dia 05 de abril de 2025, sofreu alterações no seu quadro clínico. Entre os dias 05/04/2025 à 18/04/2025 o paciente realizou tratamento para o trato urinário com prescrições medicamentosas via oral. Após o fim do período recomendado do tratamento, foram realizados novos exames laboratoriais no dia 19/04/2025 onde se constatou resultado positivo e contínuo para infecções do trato urinário.
Em exame físico, foi constatado que o paciente apresenta fimose inflamada que precisa de avaliação para cirurgia do prepúcio, neste caso iremos definir um médico(a) Urologista para tratar da enfermidade.
Referente a doenças do reto que o paciente possui, como Câncer Anorretal, Câncer Colorretal e Fístula Perianal, suspendemos todas as medicações e procedimentos de Quimioterapia Oral, Intravenosa e Subcutânea desde o dia 20/04/2025, devido ao primeiro procedimento cirúrgico que o paciente irá realizar no dia 25/04/2025 para a erradicação da Fístula Perianal, o profissional responsável é o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM - PE 26455 / RQE 10412), leva-se em consideração que poderá haver alterações a depender do quadro clínico na presente data estabelecida.
O paciente continua desenvolvendo episódios de alteração da pressão arterial, fato comprovado em testes ergométricos, exames laboratoriais e medição arterial três vezes ao dia. Neste diagnóstico continuamos o tratamento via Oral e adotamos a Monitorização Ambulatorial de Pressão Arterial (MAPA), devido a enfermidades de doenças do reto, neste momento reafirmamos que não seria viável o diagnosticar um paciente com Hipertensão, sendo o mesmo observado.
Prescrevemos MORFINA para as dores fortes (7-10/10) causadas pela suspensão do tratamento via Oral, Intravenosa e Subcutânea do Câncer Anorretal, Câncer Colorretal e Fístula Perianal que o paciente possui para alívio das dores. Nesta presente data, 23 de abril de 2025 o paciente não apresenta dores de doenças do reto é do trato urinário, cabe-se informar que o efeito do alívio das dores e de 5 horas. Tratamento com morfina será administrada via oral até dia 25/04/2025.
Cabe-se informar que o paciente encontra-se com Fístula Perianal, Câncer Anorretal, Câncer Colorretal e Infecções do Trato Urinário diagnosticado recentemente. Manteremos seu afastamento de suas atividades profissionais e sociais por tempo indeterminado.
Dra. Astrid Merino Silverio
(RMS 2605609/PE)
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (05/04/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza desde sua última atualização médica ocorrida no dia 23 de março de 2025, sofreu alterações no seu quadro clínico. Entre os dias 31/03/2025 à 02/04/2025 o paciente apresentou fortes dores na região anal e via urunária o que levamos a suspender as prescrições medicamentosas via orais por 24 horas e estabelecer apenas as prescrições via Intravenosa.
Os exames laboratoriais apontou infecções no trato urinário no dia 02/04/2025 da qual prescrevemos tratamento via oral, desde o início de sua observação o paciente vem desenvolvendo elevada pressão arterial, fato comprovado em testes ergométricos, exames laboratoriais e medição arterial três vezes ao dia. Neste diagnóstico prescrevemos tratamento via Oral e adotamos a Monitorização Ambulatorial de Pressão Arterial (MAPA), devido a enfermidades de doenças do reto, neste momento não seria viável o diagnosticar um paciente com Hipertensão, sendo o mesmo observado.
O paciente voltou a ficar estável e sem dores no dia 04/04/2025 onde retornamos às prescrições medicamentosas via orais anteriores, adicionamos prescrições para o tratamento de infecções do trato urinário via oral e a continuação de prescrições via oral para o tratamento da Pressão Arterial.
Continuaremos com a Quimioterapia Intramuscular e Subcutânea para o Câncer Anorretal e Câncer Colorretal, analisamos a Radioterapia e Imunoterapia a depender da evolução do quadro clínico do paciente.
O paciente passará pelo primeiro procedimento cirúrgico no dia 25/04/2025 para a erradicação da Fístula Perianal, o profissional responsável é o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM - PE 26455 / RQE 10412), leva-se em consideração que poderá haver alterações a depender do quadro clínico.
Cabe-se informar que o paciente encontra-se com Fístula Perianal, Câncer Anorretal e Câncer Colorretal. Manteremos seu afastamento de suas atividades profissionais e sociais por tempo indeterminado.
Dra. Astrid Merino Silverio
(RMS 2605609/PE)
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (23/03/2025)
O paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza encontrou-se em observação desde a última atualização médica ocorrida em 10 de março de 2025 onde diminuímos as prescrições medicamentosas e suspendemos todas as medicações via Oral e Intravenosa no dia 19 de março de 2025 para se observar reações de efeitos negativos.
A suspensão de Quimioterapia Oral e Intravenosa ocorreu mediante a realização agendada e prevista da cirurgia da Fístula Perianal que o paciente possui, com a prescrição medicamentosa continua ocorreria a regressão no ato do procedimento cirúrgico. Devido ao retorno das dores crônicas continuamente de dores agudas, optamos no dia 20 de março de 2025 prescrever o retorno da Quimioterapia Oral e Intravenosa, suspendendo por tempo indeterminado a cirurgia da Fístula Perianal.
Renovamos as prescrições medicamentosas anteriores e optaremos acrescentar a Quimioterapia Intramuscular e Subcutânea.
Dra. Astrid Merino Silverio
RMS 2605609/PE
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÕES MÉDICAS (10/03/2025)
RECIFE - A equipe médica do paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza liderada pela médica responsável Dra. Astrid Merino Silverio (RMS 2605609/PE) nomeou nesta presente data (10/03/2025) o médico Coloproctologista Dr. Luiz Eduardo Lemos da Silva (CRM – PE 26455 / RQE 10412) que será responsável pelo estudo do caso e médico responsável para a erradicação da enfermidade do paciente.
Informamos que o paciente Rhuandeson do Carmo Pedroza continua em Quimioterapia Oral, sendo observado e tratado com prescrições medicamentosas realizadas no dia 05/03/2025 sem sofrer alterações na prescrição, o mesmo se encontra com melhora, sem avanço das dores mas com sintomas leves da mesma.
Cabe-se informar que o paciente encontra-se com Câncer Anorretal e Fístula Perianal, sendo assim mantemos seu afastamento temporário de suas atividades profissionais e sociais.
Dra. Astrid Merino Silverio
(RMS 2605609/PE)
Médica Responsável
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BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO MÉDICA (05/03/2025)
O paciente Sr. Rhuandeson do Carmo Pedroza ainda encontra-se em observação desde segunda-feira, 03/03/2025 quando queixou-se de fortes dores devido ao Câncer Anorretal que estendeu-se até a Fístula Perianal.
Além da prescrição de medicamentos atuais, realizamos outras prescrições medicamentosas com a finalidade de melhorar sua qualidade de vida. O paciente encontra-se em procedimentos de exames laboratoriais e quimioterapia Oral e Intravenosa com a finalidade de cirurgia da fistulectomia anal e a erradicação da doença.
Recomendamos ao paciente, o Sr. Rhuandeson do Carmo Pedroza a se afastar de suas funções profissionais por no mínimo 30 (trinta) dias. Devido às suas imensas responsabilidades profissionais, o mesmo encontra-se INAPTO para exercer suas funções, devido ao mesmo não está em suas faculdades mentais devido a introdução de prescrições medicamentosas.
Dra. Astrid Merino Silverio - RMS 2605609/PE
Médica Responsável
Os leitores deste blog conhecem minha posição em relação à Petrobras: sou favorável à divisão da empresa em companhias menores e posterior privatização, para evitar a troca de um monopólio estatal por um privado no setor de energia. Dado que o governo pensa diferente, prefere manter a Petrobras como estatal, é preciso intervir menos para evitar solavancos que prejudiquem o País e o próprio governo.
O mercado reagiu mal à mudança que levou a Petrobras a distribuir menos dividendos, e depois a declarações do presidente Lula sobre o papel da empresa. Perdeu R$ 55 bilhões de valor de mercado em poucos dias (recuperou uma parte disso em seguida).Conforme amplamente esperado pelo mercado, Copom cortou a Selic em 0,50 ponto percentual nesta quarta-feira (20)
Decisão amplamente esperada pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a Selic em 0,50 ponto percentual nesta quarta-feira (20).
No comunicado após o encontro, o Copom afirmou que “as medidas mais recentes de inflação subjacente apresentaram queda, mas ainda se situam acima da meta para a inflação”, cuja ancoragem, ressaltou o texto, está ligada à execução das metas fiscais já estabelecidas pelo governo.
Depois de ter saltado de 2% para 13,75% ao ano a partir de 2022, o Banco Central iniciou um ciclo de corte da Selic em agosto, quando a taxa básica de juros foi reduzida para 13,25%.
Ao contrário da reunião passada, quando o placar de votação foi de 5 a 4 pelo corte de 0,50 ponto, a decisão desta vez foi unânime. Além disso, o Comitê sinalizou que o ritmo de corte se manterá o mesmo nas próximas reuniões, desde que as condições percebidas até aqui também fiquem inalteradas.
“O enfraquecimento da moeda desde a reunião de agosto, um resultado do PIB do segundo trimestre mais forte do que o esperado e dúvidas persistentes sobre a capacidade do governo de cumprir a sua meta de orçamento equilibrado são argumentos contra um ritmo mais rápido de cortes”, diz Adriana Dupita, economista sênior para Brasil e Argentina na Bloomberg Economics.
Depois de tanto tempo com a Selic nas alturas, como ficam os ganhos altos e relativamente fáceis na renda fixa que vigoraram nos últimos meses? Quanto passarão a render as aplicações mais populares com a taxa básica em 12,75% ao ano?
Confira a resposta no gráfico abaixo:

Uma aplicação de R$ 10 mil no Tesouro Selic – título público disponível para investimento no Tesouro Direto – se transformaria em uma economia de R$ 11.026 um ano depois, já descontando taxas e impostos, segundo cálculos da head de renda fixa da XP, Camilla Dolle. Em dois anos, o montante chegaria a R$ 12.263 e, em três anos, a R$ 13.561.
A mesma simulação, em junho, quando a Selic ainda era de 13,75% ao ano, apontava, por exemplo, para um valor final de R$ 11.109 depois de um ano.
Na poupança, nada muda em relação ao período em que a Selic se manteve em 13,75% ao ano.
Isso porque, desde 2012, sempre que a taxa básica de juros supera 8,5% ao ano, a rentabilidade da poupança é fixada em 0,5% ao mês – ou 6,17% ao ano – mais a variação da TR (Taxa Referencial).
Desde que a Selic avançou além desse nível pela última vez, em dezembro de 2021, é assim que seu retorno é calculado – e assim permanecerá enquanto a taxa básica não cair abaixo de 8,50%. Nessa situação, o retorno da caderneta voltará a ser de 70% da Selic mais TR.
Assim, mesmo com a Selic caindo para os atuais 12,75%, o rendimento será de 8,22% no primeiro ano – exatamente o mesmo calculado na simulação da XP em agosto. Assim, uma aplicação de R$ 10 mil dá origem a um montante de R$ 10.822 um ano depois, de R$ 11.712 em dois anos e de R$ 12.676 em três anos.
Muitos investidores mantêm recursos aplicados na poupança atraídos pela isenção do Imposto de Renda e por enxergarem a caderneta como uma aplicação supostamente sem risco. Porém, os depósitos na poupança estão expostos aos mesmos riscos que um CDB, como o risco de crédito (possibilidade de inadimplência) do banco em que foram realizados.
A isenção de IR é um benefício da caderneta, mas dado seu formato de remuneração, é preciso considerar se a rentabilidade de fato compensa.
Em um CDB que rendesse o equivalente a 110% do CDI – indicador que sempre caminha muito próximo da própria Selic – o retorno do investidor seria maior. Agora que a Selic está em 12,75%, uma a aplicação de R$ 10 mil alcançaria um valor final de R$ 11.139 em um ano, de R$ 12.521 em dois e de R$ 13.984 em três anos, já considerando o desconto de 17,5% do Imposto de Renda.
Significa que, mesmo não sendo isentos de tributação como a poupança, os CDBs disponíveis nas instituições financeiras podem render acima da caderneta.
Mas se o objetivo for ter um investimento isento de qualquer forma, há opções vantajosas também nas letras de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA), nas quais não incide Imposto de Renda. O investimento final após um ano, em papéis que paguem 90% do CDI, fica em R$ 11.129 com a nova Selic. O valor chega a R$ 12.396 em dois anos e a R$ 13.742 em três.
É possível encontrar papéis com retornos nessa faixa nas plataformas de investimento. É necessário, porém, atentar a alguns detalhes. Os CDBs, LCIs e LCAs com melhor rentabilidade usualmente não possuem liquidez diária, ou seja, não permitem que os recursos sejam resgatados a qualquer momento – e, sim, apenas no vencimento do papel.
Os retornos mais atrativos também costumam ser oferecidos por instituições com risco de crédito mais elevado. Assim, é importante considerar a nota de crédito da instituição emissora do papel desejado antes de investir.
Lembrando que tanto os CDBs quanto as LCIs, as LCAs e a poupança são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), espécie de “seguro” que devolve ao investidor até R$ 250 mil caso a instituição emissora apresente problemas, como uma intervenção do Banco Central.
Os títulos públicos, por sua vez, não contam com a proteção, mas como são emitidos pelo governo federal têm risco considerado dos mais baixos do mercado.
Em breve novidades!